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 Brasil   é   o   terceiro   no   ranking   mundial   de   acesso   à   internet.   Mas   o   que   isso   significa? 

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04 de novembro de 2011
Brazil was ranked on third position in world internet access study by Ibope Nielsen Online. Kaue Linden, Tuiuiú Marketing director, explains what this data really means for businesses and advertising.

O Ibope Nielsen Online publicou uma pesquisa muito relevante sobre a utilização da internet ao redor do mundo. Segundo o estudo, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos e do Japão no que diz respeito ao número de usuários com acesso à rede no local de trabalho, em domicílios ou em lan houses.

A navegação na web no mês de setembro cresceu 14% entre os brasileiros, se comparada ao mesmo período do ano passado, alcançando a marca de 46,3 milhões de usuários ativos. Atualmente, 61,2 milhões de pessoas tem acesso à rede em território nacional. Com esse número, passamos a Alemanha, uma das principais nações em atuação e inovação para internet.

Tudo isso parece ser muito bom, mas o que esses dados realmente significam para a atuação das empresas online? Podemos levantar várias questões: Será que vale a pena colocar o seu negócio automaticamente na rede, sem pensar no perfil de seus serviços ou produtos? O mercado publicitário e de comunicação está aquecido de verdade? É importante investir pesado na área?

Para o diretor de Marketing da Tuiuiú Comunicação, Kauê Linden, a primeira questão que se deve ponderar é a quantidade de pessoas que estamos lidando. “Se você comparar o Brasil com os países europeus, nossa população é muito maior. Obrigatoriamente temos que crescer bastante”, analisa.

As mídias sociais são os lugares que mais satisfazem o anseio por interação e entretenimento. De acordo com Kauê, a importância desses espaços é considerável, mas seus desdobramentos não podem ser deixados de lado. “A maioria das redes sociais está enlatando conteúdos que poderiam estar abertos na rede. Agora, os usuários são os produtos e as empresas são os consumidores”, afirma.

Com isso, há uma inversão de valores que não está sendo acompanhada com prudência por alguns profissionais. “Muitas agências tentam passar a imagem de que são só digitais. Eu não concordo. As diretrizes da comunicação são as mesmas para o on e o offline”, defende Kauê, completando que a empresa deve encantar o cliente, gerenciar crises e conquistar o consumidor. “Essas são tarefas de qualquer bom comunicador, seja isso feito na internet ou não”, explica.

De acordo com uma pesquisa do Sebrae, só 10% das empresas brasileiras estão na internet. Esse é um claro sinal que existe um movimento de necessidade para se estar na web, mas nada pode ser feito sem uma estratégia realista e um planejamento coerente. “É importante observar que cada negócio possui um perfil e existe muito espaço na internet para as empresas. Mesmo assim, deve haver um planejamento específico para esse web”, afirma Kauê.

Segundo ele, a comunicação tem que ser revista, apesar da internet ser só mais uma ferramenta. “O profissional que trabalha com meios tradicionais só tem que não ser preconceituoso para atuar na web. Se ele é bom offline, ele será bom com internet também”, garante. Para ele, a propaganda não está mais intrusiva. Ela tem que ser baseada nas palavras que aquele usuário busca e usa. “Tem que ser uma coisa do tipo: ‘olha, aqui tem uma coisa que eu acho que te interessa’”, exemplifica o executivo.

O diretor de Marketing da Tuiuiú ainda ressalta uma vantagem das campanhas online: “Você consegue mensurar exatamente se aquelas ações têm retorno ou não, e isso assusta algumas pessoas que não fazem o trabalho direito. Você consegue determinar o que funciona e o que não traz tantos benefícios quanto se imaginava”, alerta. Com todas as ferramentas que a internet proporciona, é muito fácil calcular o ROI (Return On Investment), rastrear o que os usuários estão aceitando melhor, onde costumam ir, o que está levando ao sucesso da sua atuação ou onde estão as falhas. Antigamente isso não era calculável.

Os dados não só quantitativos como também os qualitativos são muito mais palpáveis e mensuráveis nos trabalhos online. Apesar disso, Kauê ressalva que “quem faz bem feito, ganha dinheiro. Quem faz mal feito, não ganha nada. “É a mesma coisa de sempre”.

No final das contas, o otimismo é válido, porque realmente estão surgindo novas oportunidades para as mais diversas áreas de atuação. Análise, estratégia, planejamento e nicho, porém, não podem ser deixadas de lado quando se pensa em colocar um negócio na internet. E, para isso, o apoio de profissionais que realmente entendam do assunto é de extrema importância. Nessas horas, não se esqueça da equipe da Tuiuiú Comunicação, que sempre está disposta a ajudar. =)

Saiba um pouco mais sobre o impacto da tecnologia nos negócios, no infográfico produzido pela Progress Software.

Fontes: iMasters e Mídia8

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